17 de out. de 2009
Quem sabe um dia a paz vence a guerra?!
Estou aqui na sala com a televisão ligada, e confesso que ultimamente não tenho tinha paciencia para ficar vendo algum programa ou algo interessante, mas uma matéria que passou no Urbano (multishow) me chamou bastante a atenção. um jovem de nome Ygor Marotta sai pela cidade grafitando em muros e viadutos de São Paulo uma pequena frase com um grande objetivo. sei lá, achei uma atitude muito legal (foda), sei que pra muitos jovens, principalmente da idade dele, isso parece ser tolo, mas realmente eu tiro meu chapéu pra ele! o rapaz grafita pela cidade cinza apenas “mais amor, por favor” e quando da, faz o desenho de um coração ♥ . o espaço para grafiteiros não é nada facil, disso todos sabem, mas não é por isso que ele deixou isso de mão… gostei bastante, e acho importante todos passarem essa mensagem, seja lá com grafites, camisas, postagens… acho legal nós, jovens, aderirmos o movimento.
E essa guerra que não acaba,ate quando isso vai durar meu Deus? Mais amor por favor para o RIO DE JANEIRO!
15 de out. de 2009
Obrigada Paris pela inspiração...
Era uma sexta-feira de muito sol, eu me lembro de ter saído de casa usando um vestido de cores vibrantes afinal estava de bom humor, elogiava a todos na rua com um sorriso maior do que o habitual e as pessoas sorriam de volta, eu sentia que algo bom ia acontecer, ou ao menos eu queria acreditar nisso. Tinha uma entrevista importante em uma editora que poderia me garantir a realização de um sonho: escrever um livro.
Cheguei na editora e de repente meu sorriso era mais nervoso do que contagiante, mas mesmo assim mantive os pés no chão e não vacilei, expliquei exatamente meu objetivo, mostrei alguns textos antigos e pra minha felicidade eles gostaram de todos, mas disseram que não seria uma boa ideia fazer um texto cheio de contos antigos, me pediram para escrever apenas uma história de amor, que fosse sucesso de vendas e ai, se tudo desse certo eu teria meu contrato por um ano com a editora.
Sai de lá com o coração feliz e com vontade de começar logo a escrever, eu adorava escrever sobre amor, mas de repente uma dúvida me veio: será que eu conseguiria surpreender a todos? A editora e claro os leitores? Senti um vento em minha direção que pareceu levar embora todas as minhas inspirações.
Cheguei em casa desesperada, não sabia o que fazer para recuperar todas as minhas ideias brilhantes e criatividade. Foi então que comecei a ligar para estranhos, queria conversar com alguém desconhecido, ouvir algumas histórias mas em todo lugar que eu ligava a única coisa que eu ouvia era alguém me chamando de louca, até que uma ideia me veio na cabeça, viajar, porque não? Conheceria uma nova cultura, novas pessoas e isso poderia me inspirar. Mas para onde? Paris, ah a cidade do romance, a cidade aonde se vivem os amores mais fortes, ah era lá o meu destino.
Não perdi tempo, liguei no aeroporto, comprei minha passagem, arrumei minhas malas e parti no mesmo dia. Era uma viagem rápida em busca do desconhecido, eu não sabia o que aconteceria lá, mas eu tinha essa sensação de que chegando lá eu saberia exatamente o que escrever em meu livro e quem sabe teria mais surpresas ainda.
Cheguei em Paris e corri procurar um hotel, sorte que não era época de temporada, assim foi mais fácil achar um quarto disponível. Arrumei minhas coisas, tomei um longo banho e resolvi sair de casa.
Coloquei meu casaco mais quente, um cachecol e um guarda-chuva e parti em minha caminhada em busca de inspiração, era um dia cinza e não tinha muitas pessoas na rua, embora a paisagem fosse uma das mais lindas que eu já vi nada me inspirava, caminhei pelos pontos turísticos mais comentados, observei cada detalhe, conversei com algumas pessoas e adivinha? Nada. Minha cabeça continuava vazia.
Resolvi tomar um chocolate quente e voltar para o hotel, tentaria novamente no outro dia. Sentei no banquinho e coloquei meus cotovelos no balcão esperando alguém me atender.
Foi quando veio um atendente me perguntando o que eu iria querer, nem olhei pra cara dele e respondi:
- Eu quero inspiração, você tem aqui? Porque sinceramente se eu não encontrar estarei perdida e voltarei para minha patética vida no Brasil, e aí você tem inspiração?
Quando finalmente olhei para o atendente ele estava pálido, mas sorriu e disse:
- Olha moça, inspiração eu não tenho, mas vou te preparar um chocolate quente que vai te dar animo para continuar sua busca.
Fiquei me sentindo idiota, mas agradeci e aceitei o chocolate quente. Terminei o chocolate mais fiquei ali na cafeteria mesmo, me esqueci de ir embora fiquei olhando a chuva cair e de repente o atendente volta:
- Moça, desculpa te incomodar mas precisamos fechar o lugar para fazer a limpeza, se quiser voltar amanhã, fique a vontade.
- Ah sim, me perdoe, nem vi a hora passar, já vou embora.
- Conseguiu se animar para continuar sua busca?
- Olha o chocolate estava ótimo, mas eu resolvi voltar para o Brasil e desistir do meu sonho idiota. Quem eu pensei que era? Escrever um livro? Ah, como sou idiota, só porque escrevi alguns textos achei que podia escrever um livro, uma história de amor, ah sou uma idiota, mas obrigado.
Coloquei o dinheiro do chocolate quente no balcão e parti sem olhar pra trás, olhando apenas para baixo, como uma derrotada. Foi quando levantei meus olhos para abrir a porta que o atendente me segurou, olhou em meus olhos por alguns minutos, respirou fundo e disse:
- Olha moça, eu não deveria fazer isso, mas fiquei te observando e depois de tudo que você me falou, eu não posso deixar você desistir, você esta em Paris, aonde todos os amores são possíveis, aonde todos se apaixonam...
- É pode ser, mas eu não senti nada aqui, é um lugar lindo, mas não despertou minhas paixões.
- Pra você pode ser que não, mas eu vivo aqui a dez anos e nunca vi mulher tão fascinante como você, nenhuma mulher com um olhar tão cheio de sentimento, de verdade, eu sinto que te conheço e por isso te digo: não desista de seu sonho, não desista do amor, não desista de Paris, eu tenho certeza de que você vai conseguir.
Achei adorável a atitude do atendente e voltei para o hotel pensando em tudo que ele havia me falado e resolvi dar uma chance a Paris. No outro dia caminhei novamente dessa vez observei mais as pessoas, os casais apaixonados e de repente eu percebi, eu estava tão magoada com os amores que não conseguia mais ver a beleza deles. Chorei como uma criança observando um casal de velhinhos, tive o prazer de conversar com eles que me contaram sua história de amor, eles eram vizinhos mas só conversaram pra valer depois que deixaram de ser e então descobriram o amor. Ouvi muitas histórias e senti meu coração bater novamente com esperança. Senti que meu objetivo estava completo.
Voltei para o Brasil com inspiração, escrevi sobre os amores que encontrei em Paris, me inspirei nas histórias reais das pessoas que conheci e no final do livro uma dedicatória ao atendente que sem me conhecer me fez ter coragem para voltar a acreditar no amor.
A editora amou o livro, as vendas foram um sucesso e eu consegui meu contrato não por um ano, mas por cinco anos. Foi quando decidi lançar meu livro em Paris em uma biblioteca antiga de lá.
No final da sessão de autógrafos um rapaz apareceu, com um buque de rosas que colocou sobre a mesa, segurou minha mão e disse olhando em meus olhos:
- Obrigado, você não precisava me citar em seu livro.
- Imagina, se não fosse por você eu teria desistido.
E então me abraçando disse sussurando em meu ouvido:
- Agora que você voltou a aceitar o amor, o que me diz de me aceitar?
- Acho que podemos tentar. - respondi ainda sussurando.
E hoje eu estou aqui, com mais de cinco livros lançados um contrato quase que eterno com a editora e um amor, graças a uma viagem de última hora a Paris em busca de inspiração.
Essa busca atrás de um objetivo mudou toda minha vida e eu que só esperava um ano de contrato e um livro publicado, obrigado Paris por me inspirar em todos os sentidos.
Ps: Ficou enorme eu sei, levei 1h e 15 minutos,são exatamente 00:50 da manhã,ouvindo Colbie Caillat (Bubbly).
14 de out. de 2009
Tudo Misturado ...
Às vezes eu queria me sentir completa. Queria ser o bastante. Porque a verdade é que me sinto completa a maior parte do tempo. Mas em outra eu me sinto tão pouco, tão pequena, tão incapaz. Eu queria mostrar a todos como é ser eu mesma. Mas me falta coragem, me falta algo.
Tantas vezes eu já pensei, em acordar de madrugada e sair gritando a quatro cantos como eu me sinto, como eu queria me libertar disso. Eu preciso rasgar esse véu que me cobre, eu preciso mostrar quem eu sou. Não para que se orgulhem, ou para que me amem. Mas para que eu consiga me sentir verdadeira o tempo todo e não só em alguns minutos.
Tem uma voz dentro de mim que grita, que corta para que eu atenda seu pedido, mas ainda assim me parece difícil. Porque se você perceber as pessoas sempre se limitam, criam padrões, e se definem. Eu não sou assim, a cada momento me descubro de uma forma diferente, não quero me padronizar, não quero me limitar ou padronizar.
Eu quero poder gritar o que sinto, quero poder fechar os olhos e girar até ficar tonta. Quero sentir as gotas da chuva em minha pele. Quero gritar até não conseguir mais. Quero conhecer um pouco de tudo. Quero me permitir, quero apenas ser. Independente do que seja, mas eu quero ser.
Não quero que me olhem e digam, aquela é a menina assim assado. Não. Eu quero me olhem e digam aquele é um coração vivendo. Eu quero que questionem minhas atitudes. Eu quero que não me compreendam, mas que me aceitem, com meus defeitos e limitações. Eu quero ser, e que ninguém se intrometa nisso. Mas porque é tão difícil assim, ser?
Eu só sei que me achei em toda essa confusão, e agora que sei o que quero, assim serei. Essa sou eu, aceite ou não, essa ainda sou eu.
(Mais um desabafo)
Mudando de assunto ...
" Os contos de fadas são assim. Uma manhã a gente acorda e diz: "Era só um conto de fadas...
E a gente sorri de si mesma. Mas, no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos bem que os contos de fada são a única verdade da vida."
(Antoine de Saint-Exúpery)
Mamãe resolveu me fazer uma surpresa e me deixar feliz, chegou em casa com um pacote da livraria e me deu. Dentro dele havia um livro de poucas páginas com o desenho do pequeno príncipe na capa. Eu ia dizer pra ela que já havia lido ''O pequeno príncipe", quando reparei melhor no título: " O amor do pequeno príncipe. Cartas a uma desconhecida." Li então a primeira página e lá estava a explicação do livro: Cartas do autor que nunca foram publicadas, cartas para uma mulher que trabalhava na cruz vermelha, casada, anônima, e que inspirou toda a criação do primeiro livro. Cartas de amor sim, que seja um amor complicado, mas o amor do pequeno príncipe. Tão lindo... li tudo ontem mesmo. ☺
Mudando de assunto...[2]
" - Vamos jogar ATÉ O FIM!"
* Começo da partida: 10 horas da noite. Final da partida: 3 horas da manhã.*
" - Mas vocês são muito à toa mesmo..."
Mamãe, para um bando de marmanjo sem o que fazer e jogando Banco imobiliário: o único jogo que se joga PRA SEMPRE.
" - Empate!"
Aline, alegando que ela e Marcos (os únicos sobreviventes) não faliram, ou se faliram, pelo menos faliram juntos. "Ganharam'' o interminável jogo por ''empate''. A verdade é que ninguém aguentava mais. hahaha.
Nada melhor depois de passar mal o dia todo,receber visita dos amigos em casa, um bando de cabeças que quando se junta só dá merda,sim só merda é a unica coisa que consiguimos falar quando estamos todos juntos.Enquanto alguns estavam no meu quarto rindo das reliquias(fotos) que encontrei outros resolveram fazer um churras com meu pai.Conclusão: Vocês vao ficar por aqui mesmo porque não tem ninguém em condições de ir embora de carro disse Mamãe ... hauahauaaha.
Amo muito tudo isso, mais uma pra sentir falta quando a hora chegar...
Tantas vezes eu já pensei, em acordar de madrugada e sair gritando a quatro cantos como eu me sinto, como eu queria me libertar disso. Eu preciso rasgar esse véu que me cobre, eu preciso mostrar quem eu sou. Não para que se orgulhem, ou para que me amem. Mas para que eu consiga me sentir verdadeira o tempo todo e não só em alguns minutos.
Tem uma voz dentro de mim que grita, que corta para que eu atenda seu pedido, mas ainda assim me parece difícil. Porque se você perceber as pessoas sempre se limitam, criam padrões, e se definem. Eu não sou assim, a cada momento me descubro de uma forma diferente, não quero me padronizar, não quero me limitar ou padronizar.
Eu quero poder gritar o que sinto, quero poder fechar os olhos e girar até ficar tonta. Quero sentir as gotas da chuva em minha pele. Quero gritar até não conseguir mais. Quero conhecer um pouco de tudo. Quero me permitir, quero apenas ser. Independente do que seja, mas eu quero ser.
Não quero que me olhem e digam, aquela é a menina assim assado. Não. Eu quero me olhem e digam aquele é um coração vivendo. Eu quero que questionem minhas atitudes. Eu quero que não me compreendam, mas que me aceitem, com meus defeitos e limitações. Eu quero ser, e que ninguém se intrometa nisso. Mas porque é tão difícil assim, ser?
Eu só sei que me achei em toda essa confusão, e agora que sei o que quero, assim serei. Essa sou eu, aceite ou não, essa ainda sou eu.
(Mais um desabafo)
Mudando de assunto ...
" Os contos de fadas são assim. Uma manhã a gente acorda e diz: "Era só um conto de fadas...
E a gente sorri de si mesma. Mas, no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos bem que os contos de fada são a única verdade da vida."
(Antoine de Saint-Exúpery)
Mamãe resolveu me fazer uma surpresa e me deixar feliz, chegou em casa com um pacote da livraria e me deu. Dentro dele havia um livro de poucas páginas com o desenho do pequeno príncipe na capa. Eu ia dizer pra ela que já havia lido ''O pequeno príncipe", quando reparei melhor no título: " O amor do pequeno príncipe. Cartas a uma desconhecida." Li então a primeira página e lá estava a explicação do livro: Cartas do autor que nunca foram publicadas, cartas para uma mulher que trabalhava na cruz vermelha, casada, anônima, e que inspirou toda a criação do primeiro livro. Cartas de amor sim, que seja um amor complicado, mas o amor do pequeno príncipe. Tão lindo... li tudo ontem mesmo. ☺
Mudando de assunto...[2]
" - Vamos jogar ATÉ O FIM!"
* Começo da partida: 10 horas da noite. Final da partida: 3 horas da manhã.*
" - Mas vocês são muito à toa mesmo..."
Mamãe, para um bando de marmanjo sem o que fazer e jogando Banco imobiliário: o único jogo que se joga PRA SEMPRE.
" - Empate!"
Aline, alegando que ela e Marcos (os únicos sobreviventes) não faliram, ou se faliram, pelo menos faliram juntos. "Ganharam'' o interminável jogo por ''empate''. A verdade é que ninguém aguentava mais. hahaha.
Nada melhor depois de passar mal o dia todo,receber visita dos amigos em casa, um bando de cabeças que quando se junta só dá merda,sim só merda é a unica coisa que consiguimos falar quando estamos todos juntos.Enquanto alguns estavam no meu quarto rindo das reliquias(fotos) que encontrei outros resolveram fazer um churras com meu pai.Conclusão: Vocês vao ficar por aqui mesmo porque não tem ninguém em condições de ir embora de carro disse Mamãe ... hauahauaaha.
Amo muito tudo isso, mais uma pra sentir falta quando a hora chegar...
13 de out. de 2009
Que seja doce. !
"Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante."
Quero que saiba que me completa. Que quando some deixa um buraco sem fim aqui dentro, que nada e nem ninguém é capaz de preencher. Que é intenso, que é verdadeiro, que não tem fim.
Que o nosso sentimento envolve todas as cores, do preto ao azul mais claro. Que envolve todos os sabores, amargos, doces e até os levemente cítricos, só pra dar água na boca.
Que abrange os mais belos perfumes. O sol, a lua, a chuva... a grama molhada numa tarde fria, o vento na cortina, o chocolate quente na cama, aquela música que a gente tanto quer dançar tocando na pista, o livro que não sai da cabeçeira, a foto que não sai da carteira, o cinema com pipoca e tudo mais, a tarde entre amigos, o teu sorriso, o nosso abraço, o nosso mundo.
"Eu preciso muito, muito de você. Eu quero muito, muito você aqui de vez em quando nem que seja, muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou melhor. Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de você."
O melhor do meu mundo é você.
Meus 'amores' aqui vem e vão, os seus aí também.. mas que fique claro que seu nome aqui é paixão, desejo e amor. Que por mais que outros entrem e saiam do meu coração, você mora nele desde sempre, ele é a sua moradia, a sua casa, o refúgio do nosso sentimento, é pra onde ele corre sempre. É lá que eu procuro você quando tudo aqui vai mal, é lá que eu vejo o seu sorriso e os meus lábios tendem a sorrir contigo, é lá que eu acho o que eu tenho de melhor, eu acho eu e você.. acho o meu melhor.
"Tenho um amor fresco e com gosto de chuva e raios de urgências. Tenho um amor que me veio pronto, assim, água que caiu de repente, nuvem que não passa .me escorrem desejos pelo rosto pelo corpo. Um amor susto. um amor raio trovão fazendo barulho. me bagunça. e chove em mim todos os dias."
É, você chove em mim todos os dias, me refresca, me acalma, me completa.
"...foi quando eu senti, mais uma vez, que amar não tem remédio."
(Textos em itálico são de Caio Fernando Abreu)
Quero que saiba que me completa. Que quando some deixa um buraco sem fim aqui dentro, que nada e nem ninguém é capaz de preencher. Que é intenso, que é verdadeiro, que não tem fim.
Que o nosso sentimento envolve todas as cores, do preto ao azul mais claro. Que envolve todos os sabores, amargos, doces e até os levemente cítricos, só pra dar água na boca.
Que abrange os mais belos perfumes. O sol, a lua, a chuva... a grama molhada numa tarde fria, o vento na cortina, o chocolate quente na cama, aquela música que a gente tanto quer dançar tocando na pista, o livro que não sai da cabeçeira, a foto que não sai da carteira, o cinema com pipoca e tudo mais, a tarde entre amigos, o teu sorriso, o nosso abraço, o nosso mundo.
"Eu preciso muito, muito de você. Eu quero muito, muito você aqui de vez em quando nem que seja, muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou melhor. Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de você."
O melhor do meu mundo é você.
Meus 'amores' aqui vem e vão, os seus aí também.. mas que fique claro que seu nome aqui é paixão, desejo e amor. Que por mais que outros entrem e saiam do meu coração, você mora nele desde sempre, ele é a sua moradia, a sua casa, o refúgio do nosso sentimento, é pra onde ele corre sempre. É lá que eu procuro você quando tudo aqui vai mal, é lá que eu vejo o seu sorriso e os meus lábios tendem a sorrir contigo, é lá que eu acho o que eu tenho de melhor, eu acho eu e você.. acho o meu melhor.
"Tenho um amor fresco e com gosto de chuva e raios de urgências. Tenho um amor que me veio pronto, assim, água que caiu de repente, nuvem que não passa .me escorrem desejos pelo rosto pelo corpo. Um amor susto. um amor raio trovão fazendo barulho. me bagunça. e chove em mim todos os dias."
É, você chove em mim todos os dias, me refresca, me acalma, me completa.
"...foi quando eu senti, mais uma vez, que amar não tem remédio."
(Textos em itálico são de Caio Fernando Abreu)
Teoria de Newton.!
Para toda ação há uma reação.
" Se o corpo A exerce uma força sobre B, receberá como reflexo deste corpo uma força com a mesma intensidade no sentido contrário."
* Em ordem de esquerda para direita: Indi como o Leão covarde, Gedson como Bruxo, Marcos como Homem de Lata, Aline como Fada do Oeste, Luan como Espantalho, Eu como Dorothy e Vinícius como narrador.
Apresentação da peça O mágico de Oz , trabalho voluntário da semana da criança. Foi encantador! Muito melhor do que eu esperava. Essas experiências valem mesmo à pena. Não há nada mais bonito do que a ingenuidade e a felicidade contagiante de uma criança. Arrancar sorrisos destes serezinhos é realmente compensador.
Quanto a teoria de Newton citada ali em cima, é valida para tudo o que me aconteceu nesta semana...
" A vida me ensinou a nunca desistir
Nem ganhar, nem perder, mas procurar evoluir
Podem me tirar tudo que tenho
Só não podem me tirar as coisas boas que eu já fiz
pra quem eu amo
Eu sou feliz e canto: o universo é uma canção
e eu vou que vou ..."
8 de out. de 2009
Apenas 10%
Acredito que a maioria das pessoas, se não passou, vai passar por esse problema: a distância.
Na linguagem corrente, distância é a medida da separação de dois pontos.(...)então a distância é o mínimo comprimento entre as possíveis trajetórias sobre a superfície partindo de um ponto e atingindo o segundo.(Wikipédia)
Não sei até que ponto a distância tem sido mínima na minha vida. As vezes eu sinto como se fosse longe o suficiente para que eu nunca alcançasse 'o outro ponto'. E eu não me refiro apenas a distância em quilômetros. Uma música do Darvin diz: 'Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto'; vários estão perto, bem perto, mas não estão junto. E alguns estão longe, a horas de distância e parecem estar tão presentes. Amigos, familiares, pessoas que amamos.
É fato que algumas pessoas farão parte das nossas vidas e depois de um tempo continuarão seu caminho sem nós. E eu não quero pensar em despedidas. Não agora.
Mas, quantas oportunidades perdemos, gastando tempo sem querer gastar. Ouvindo coisas que não queremos ouvir. Desejando estar perto de alguém que está bem longe.
Alguns desses inconvenientes, infelizmente, são inevitáveis.A vida nos faz viver muitas coisas dolorosas, seria besteira nós também nos obrigarmos a isso.
Não é questão de se fechar para o mundo e se tornar uma pessoa apática. É simplesmente aproveitar cada instante, sem gastar o nosso precioso tempo, com coisas que definitivamente não nos fazem bem.
É possível filtrar nossas relações, sem brigar com meio mundo, sem cortar relações com ninguém. Apenas aproveitar os momentos com as pessoas agradáveis. Um amigo me disse: "Pri, nós aproveitamos no máximo 15% da nossa semana, faça as contas você mesma, quanto tempo você realmente é feliz, sem se preocupar com nada, sem se estressar, não passa de 15%". Eu fiz. 10% quando a semana é boa. Realidade frustrante.
No meu caso, isso se deve principalmente pela distância. Em alguns momentos, a distância que eu imponho, em outras a qual me é imposta. Ambas desgastam e atrapalham.
Se tratando de distância, o tempo não tem sido muito meu aliado. As 24h do meu dia já não são suficientes, os horários já não batem.
A saudade aperta. A vontade aumenta. A distância separa.
Eu já acreditei que o tempo só tornava as coisas piores, agora torço para que isso não seja real.
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sentimentos
7 de out. de 2009
Relaxa e goza?
Tenho pensado muito na vida, e tirado conclusões incompletas. Muitos dizem: "espera que tua hora vai chegar! " ou " se não ocorreu é porque tem algo melhor guardado pra ti! ". Mas no fundo eu não sei se acredito nisso. Não sei se eu devo esperar, relaxar e gozar, ou ir atrás do que eu quero e desejo. Até agora nada chegou sem esforço pra mim. A vida não me provou que eu devo esperar, mas será que ela deve provar? Será que é um dever da vida me dizer que eu posso " esperar " que tudo vai se ajeitar? Não sei não!
Até o exato momento eu tenho esperado. Talvez por falta de saber como buscar o que quero, por falta de armas e técnicas para batalhar pelo o que desejo. Mas tenho esperado! E não tenho conseguido êxito em geral.
Tudo bem, não posso reclamar da vida. Tenho comida na mesa, uma casa pra morar, uma familia e uma mãe que por mais que entremos em conflitos estão sempre do meu lado, um bando de amigos que sempre me auxiliam e são literalmente verdadeiros, e condições para viver muito bem. Mas eu sou ambiciosa! Não me sinto satisfeita! Talvez seja um defeito do ser humano, sempre querer mais do que tem. Mas eu aceito esse fardo, eu sou ambiciosa e ponto. Mas sem desmerecer claro o que já tenho.
Quero ser rica, quero ter sucesso profissional, quero ter um grande amor. Áahhh, ta aí! Isso é o que eu mais quero. Um grande amor. A essência da minha vida, meu sonho. Ser feliz com alguém igual á mim. É dificil, não sei como, nem vejo caminhos. Sei que esse alguém existe, mas não tenho uma resposta fundamental.
Devo ir em busca ou devo esperar chegar á hora?
Peace.





