24 de fev. de 2010
Talvez eu tenha me precipitado um pouco quando te disse tudo aquilo que custei tanto a admitir. Bem que aquele meu outro sentido dizia 'não fala, não fala, você sabe o fim de tudo isso". E realmente eu sabia. Você pode me chamar de teimosa, tentar me explicar mil vezes que não é assim. Mas você acredita que não seja assim de verdade? Seja sincero. Estando comigo ou não, nada te impediria de mudar o que dizia sentir. Ninguém manda nessas coisas, foi o que me disseram. Independente ou não de estar com alguém, de amar alguém incondicionalmente. Ninguém sabe quando o amor acaba, ou o gostar, ou a amizade, que seja. E não, eu não estou magoada com você. Não há motivos pra tanto. Ah, grande parcela de tudo isso é minha. Como você diz, eu sou insegura demais. Em relação a você, que fique claro. Não vou falar também que não senti nada. Eu mentiria. Senti sim. Ciúmes talvez, ou aquela sensação que se sente quando algo de inesperado acontece. Fique tranqüilo, tá bem? Porque ainda procuro acreditar que amizades demoram mais a serem quebradas do que amores. . . . e você, como meu amigo, não pode ter outro melhor!


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