2 de jul. de 2010

Pode ser sem titulo mesmo?!

O problema é que eu até tenho assunto para escrever, mas é tanta coisa junta e tanta coisa individualizada que eu não sei como pôr tudo em um só texto. Eu não quero contar pra ninguém as coisas boas. É que a beleza destas coisas é particular, acho que só eu vejo. Também não quero sair por aí só falando de coisas ruins, tornando públicos os meus problemas. Mas eu queria gritar. Qualquer coisa bem alto, um palavrão grotesco e libertador ... bem no meio de tudo e de todos. Pra depois começar a rir. Mas isso eu não vou fazer, sei me controlar. Quer dizer, não, eu não sei. E não sei o porquê de estar sabendo ultimamente. Estou contida. Tirando algumas vezes que deixo escapar algumas maluquices que eu penso e faço, (como essa viagem desse texto, por exemplo) e que andam me fazendo morrer de vergonha por aí.
É, ninguém tá entendendo. Nem eu. Mas estou ficando louca conscientemente. O engraçado é que sou uma louca que se analisa, que sabe das consequências, dos prós e dos contras... eu só não sei da cura.
Complicado. O que? Tudo. Demasiadamente complicado. Precisava vir tudo a tona agora? Seria tão mais fácil se houvesse uma fila de espera e enquanto eu resolvia esta coisa aquela outra ficasse em stand by ... mas não. E nem adianta eu deitar numa cama e me martirizar porque o mundo não me escolheu para ser a premiada exclusivamente. Acontece com todo mundo toda hora. E as pessoas levantam de manhã, tomam café e vezenquando sorriem. E-x-e-m-p-l-a-r (aplausos). Não sei como se faz e nem por onde se começa. Mas vou. O meu lema de desespero é o descaso. Um descaso que finge não se importar com o caminho por onde vai. "Deixa fluir". Eu disse finge não se importar, né? É. Vou dar graças a Deus quando chegar.
 
Contagem regressiva.

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