18 de dez. de 2010

[...] e um amor

Me parece tão estranho não ter por quem esperar. Não ficar ansiosa por um sinal, um chamado. Não ter o coração batendo com destino certo. Ás vezes acho que é tão bom essa sensação de liberdade. Pena que eu não goste de ser tão livre. Quero ir e ter pra onde voltar. Você me entende? Não tô querendo um castelo. Uma varanda, uma rede e um abraço.


Passar por tantas perdas me faz ter uma vontade de ter sempre alguma coisa pra compensar. Amigos e famílias são uma riqueza, mas isso já não basta.
É uma ordem natural da vida. Queremos qualquer coisa e um amor.
Entretanto, não tô deixando me deixando ao relento, pegando sereno pra vê se alguém fica com pena e vai cuidar de mim. Tô por aí vivendo pra esbarrar, encontrar numa esquina, deixar sentir pra vê se é.
Tô desejando, sem esperar que venha tocar a campanhia aqui de casa.

Tô na luta, tô pela rua, tô pra vida.

4 comentários:

Aline disse...

é oque desejo também. Mais não vamos perder a esperançã, que sabe ele não venha nesta Natal.
Boa semana!!!

PRECIOSA disse...

Nunca estamos só
Temos como companhia a esperança
Quem a tem
, sempre alcança os desejos
Olhe a sua volta, talvez a felicidade esta tão perto..
Esperando apenas uma chance...
Amei seu blog
Te sigo com carinho
Tenhas um terça feira regada de muito amor

Preciosa Maria

Unknown disse...

Querida Pri,

A gente procura mesmo. Para encontar é preciso crer no sonho, na intuição e aprender a receber. Receber o que é, e não o que a gente deseja que seja.

Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece.

Toda manifestação é maturação. O negócio, em minha opinião é, sempre e mais, CONFIAR na vida (e em nós)!

Anônimo disse...

Confiar e esperar. No final acontece.

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