To me sentindo sozinha, mesmo com a companhia das amizades que aqui fiz, mesmo falando todos os dias com meus pais... eu to me sentindo sozinha. Sozinha pra dar aquela gargalhada de ficar sem ar, sozinha pra contar para meu melhor amigo o que ta me preocupando, sozinha pra falar besteira, falar coisa sem graça mas ouvir a risada de outra pessoa. Na verdade, eu posso estar de TPM, fiquei bem chateada agora e me deu muita vontade de chorar quando percebi que essa calça jeans também começou a ficar larga, em perceber que em alguns mês eu perdi aqueles 10 kg que eu tentei por muitas vezes perder e nada! Meu cabelo tá sem corte e eu to me sentindo horrorosa, eu só queria ter um namorado nessas horas... ou alguem pra que eu pudesse ligar e chorar sem ter que dizer o porquê... queria ter ido jantar naquele restaurante da esquina, odeio muito saber que amanhã tenho que acorda tão cedo e que sabado eu não vou poder sair pra comemorar o niver da Maya até tarde. Ai gente e me dá preguiça só de pensar... Sai TPM, me deixa vai?!
Minha solução tá rodando no microondas agora, banana com leite moça e canela
Ps: certo... esse post não faz sentido nenhum.
16 de dez. de 2010
15 de dez. de 2010
"Agora eu já sei ...Da onda que se ergueu no mar♪♪"
Sinto falta do mar. Não só do mar propriamente dito, mas daquele que se encontrava em mim. O que aos poucos fui perdendo, e apesar de não ser perfeito, me bastava. Falta-me a paciência de deixar as palavras serem levadas pelas ondas, como fazia, e de ouvir o sussurro encontrado na concha que timidamente nos convidava a visitar o verdadeiro mar.
Não estou triste, pelo contrário, - como posso dizer? -, estou bem, feliz. E já diziam os grandes poetas: A literatura, sem a angústia, torna-se inútil. Escreve-se para aliviar essas angústias, desabafar. Com a esperança de que transformando angústias em algo material, possamos curá-las. E as vezes funciona, vocês sabem. Eu sei.
Assim, meus desabafos tornaram-se desnecessários, pois faltam-me angústias (Isso é ruim?). Tudo que de algum modo me pertuba, eu trato logo de expulsar e ter certeza de que não voltará. Não deixo um pensamento negativo me ocupar por mais de um minuto. Não os quero, nunca quis, mas ao contrário de antes, agora tenho força para afastá-los. O problema é que no meio de tanta luta, deixei o mar afastar-se também e ele não é como as outras coisas, que se recupera com facilidade. Com ele, é preciso tempo e paciência, que eu não possuo nesse momento.A verdade é que eu nunca possuí... Clarice sabe bem: "Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito." Por isso, querido Mar, perdoe-me pela ausência, mas apesar de sentir sua falta, eu ainda não estou pronta para abrir mão da felicidade pelo bem da literatura.
Ps. Quanto ao verdadeiro mar, espero poder encontrá-lo em Janeiro. Que saudade da praia..rs
14 de dez. de 2010
Respondendo a Brincadeira
Fui indicada pela Georgia Soares a participar dessa brincadeira,estou respondendo um pouquinho atrasada mas...
7 coisas que pretendo fazer antes de morrer:
- Colocar silicone
- Casar
- Ter dois filhos
- Conhecer Dubai
- Trabalhar na minha profissão
- Ter um abrigo para animais de rua
-
7 coisas que mais digo:
- Aham
- Então cara
- Vai a merda
- Iai gatinho
- Ata
- Escrota (o)
- Doidera hein
7 coisas que faço bem:
- Nadar
- Dirigir
Ps: ta muito dificil essa :s eu não sei fazer nada rs
Mas o pouco que sei faço de coração
7 defeitos meus:
- Ciumenta
- Impaciente
- Insegura
- Falar muito nas horas imprópias
- Preguiçosa
- Confiar muito nas pessoas
- Me apego muito facil as pessoas
7 coisas que amo:
- Minha Fámilia
- Meus amigos
- Meus animais de estimação
- Ler
- Escrever
- Ir á praia
- Viajar
7 pessoas para quem passo o jogo:
Camila
Fernanda
Natasha
Aline
Dani
Nathália
Karoline
7 coisas que pretendo fazer antes de morrer:
- Colocar silicone
- Casar
- Ter dois filhos
- Conhecer Dubai
- Trabalhar na minha profissão
- Ter um abrigo para animais de rua
-
7 coisas que mais digo:
- Aham
- Então cara
- Vai a merda
- Iai gatinho
- Ata
- Escrota (o)
- Doidera hein
7 coisas que faço bem:
- Nadar
- Dirigir
Ps: ta muito dificil essa :s eu não sei fazer nada rs
Mas o pouco que sei faço de coração
7 defeitos meus:
- Ciumenta
- Impaciente
- Insegura
- Falar muito nas horas imprópias
- Preguiçosa
- Confiar muito nas pessoas
- Me apego muito facil as pessoas
7 coisas que amo:
- Minha Fámilia
- Meus amigos
- Meus animais de estimação
- Ler
- Escrever
- Ir á praia
- Viajar
7 pessoas para quem passo o jogo:
Camila
Fernanda
Natasha
Aline
Dani
Nathália
Karoline
9 de dez. de 2010
...As vezes eu me sinto muito transparente. Fico filosofando sobre as coisas que aprendi com qualquer um que se dispuser a me ouvir, chamo de amigo aqueles que sorriem para mim. E sofro por isso.
Sofro porque as pessoas não se importam com as minhas palavras, não se importam comigo. Tudo na verdade não passa de uma troca; elas me ouvem enquanto eu ofereço algo que elas querem e de repente elas vão embora. E eu sofro por isso.
Sofro porque embora eu não seja alguém tão sociável eu realmente me apego as pessoas. Me apego aos sorrisos, as piadas, aos sotaques. Eu amo muito também, muitas pessoas e intensamente. Esse é meu maior dilema sou tão intensa em tudo que acabo vivendo dentro de uma fantasia, sozinha. E eu sofro por isso.
Sofro na mesma intensidade que eu amo. Ao mesmo tempo. Sou uma antítese, sou extremos, sou aquela que a maioria é.
Tenho medo de verbalizar essas coisas, por isso escrevo. Escrevo por ser transparente, e escrevo aqui porque tenho uma necessidade absurda de ver como as pessoas reagem
Sofro porque as pessoas não se importam com as minhas palavras, não se importam comigo. Tudo na verdade não passa de uma troca; elas me ouvem enquanto eu ofereço algo que elas querem e de repente elas vão embora. E eu sofro por isso.
Sofro porque embora eu não seja alguém tão sociável eu realmente me apego as pessoas. Me apego aos sorrisos, as piadas, aos sotaques. Eu amo muito também, muitas pessoas e intensamente. Esse é meu maior dilema sou tão intensa em tudo que acabo vivendo dentro de uma fantasia, sozinha. E eu sofro por isso.
Sofro na mesma intensidade que eu amo. Ao mesmo tempo. Sou uma antítese, sou extremos, sou aquela que a maioria é.
Tenho medo de verbalizar essas coisas, por isso escrevo. Escrevo por ser transparente, e escrevo aqui porque tenho uma necessidade absurda de ver como as pessoas reagem
7 de dez. de 2010
Madrugada Fria
Me recordo da época em que eu trocava o dia pela noite… não me lembro muito bem se isso era muito bom naquela época, mas hoje em dia, com certeza é. morando aqui em Agen que você percebe realmente a movimentação do mundo que existe fora do quarto, e isso as vezes me da medo. gosto de ficar quieta no meu canto, escutando uma música baixa e pensando…
Minha mente viaja por mil lugares, criando situações que talvez sejam impossíveis de acontecer, mas esse silencio faz com que a realidade não venha estourar de uma vez. a realidade vem com o barulho das arvores que escuto nesse momento, que as vezes é cortada por algum carro que passa buzinando (o apartamento fica em uma encruzilhada e as pessoas tem esse costume de buzinar em qualquer esquina, né). tudo bem, volto minha concentração pro pensamento, fico rindo sozinha e as vezes até sinto uma tristeza, mas é bom, eu confesso.
São duas e quinze da manhã, não será necessário ir a aula já que a professora está acompanhando o projeto por e-mail e isso me conforta ainda mais, poder trocar o dia pela noite como hoje. costumava dizer que eu só vivia de madrugada, mas agora estou vivendo antes mesmo do sol nascer, no meio do transito, com os pensamentos longe visando algum vestígio de oportunidade de futuro planejado, eu vou vivendo… sem estar com os pés no chão.
Minha mente viaja por mil lugares, criando situações que talvez sejam impossíveis de acontecer, mas esse silencio faz com que a realidade não venha estourar de uma vez. a realidade vem com o barulho das arvores que escuto nesse momento, que as vezes é cortada por algum carro que passa buzinando (o apartamento fica em uma encruzilhada e as pessoas tem esse costume de buzinar em qualquer esquina, né). tudo bem, volto minha concentração pro pensamento, fico rindo sozinha e as vezes até sinto uma tristeza, mas é bom, eu confesso.
São duas e quinze da manhã, não será necessário ir a aula já que a professora está acompanhando o projeto por e-mail e isso me conforta ainda mais, poder trocar o dia pela noite como hoje. costumava dizer que eu só vivia de madrugada, mas agora estou vivendo antes mesmo do sol nascer, no meio do transito, com os pensamentos longe visando algum vestígio de oportunidade de futuro planejado, eu vou vivendo… sem estar com os pés no chão.
2 de dez. de 2010
Memórias
Lembrou dos pés brancos com as unhas pintadas de vermelho. Pés pequenos e redondinhos tinha a menina. Borrocados pelas tentativas de embelezar-se com esmalte. Adorava o vermelho, não que lhe caísse bem, mas gostava de fingir ser uma grande mulher em frente ao espelho. Tinha na cabeça que mulheres maduras e seguras de si se pintam de vermelho. Embora soubesse que não eram bem as unhas dos pés que elas pintavam. Era a boca... mas batom só tinha rosa. Tudo bem, compensava de outro jeito.
Não se interessava muito em pintar as mãos, porque estas não lhe eram tão tentadoras quanto os dedos miúdos e grossinhos dos pés, tão gostosinhos de mexer... pintava-os, como se este fosse o maior ato de amor que alguém pode conceder a si próprio.
Depois, morria de vergonha antes de tirar a meia em frente ao namoradinho do colégio. Não gostava que ninguém visse aquele esmalte vermelho - é, aquele que fora roubado da gaveta da mãe - colorindo suas besteiras de menina. Sentiria-se um tanto boba se alguém descobrisse.
Ah, quanta bobagem! Lembrava, distraída. Sendo interrompida no mesmo instante por um alguém no final da calçada que lhe gritava "Moça!" e ela, para a sua própria surpresa, atendia. Estava de vestido como gostava de estar, mas desta vez não estava a girar e nem a suspender suas anáguas. Era moça e por isto o vestido era mais simples, tão simples que cabia ir com ele à farmácia de chinelos.
O esmalte era claro, desses sem cor, só pra fortalecer unha quebrada e para disfarçar os descuidos mesmo. Levou um susto quando, ao olhar para as unhas matizadas com cor-de-nada, lembrou dos pés pintados de vermelho. - Que informação mais inútil para o cérebro me trazer à tona! Mas, pensando bem, como pude ter me esquecido disto? - Estava indignada consigo mesma, embora achasse graça e estivesse feliz por lembrar. Remexeu um pouco mais lá do fundo e encontrou muitas mais histórias boas, trechos de conversas entre o grupinho de amigos, dias na praia, noites escrevendo poesias no diário ... dos sonhos! Lembrou dos sonhos. E até mesmo do dia em que a melhor amiga lhe pediu um beijo - Mas tem que ser na boca, pra ver como é que beija de língua. - Dos copos e mais copos de açaí no sol quente de Janeiro. E um biquíni que tinha? Todo listradinho, o seu preferido. E a flor. As cartinhas que recebia. Os bilhetinhos que enviou na festa junina, os bilhetinhos em anonimato que maldosamente enviava à mais querida amiga, fingindo ser um admirador. E os nomes rabiscados envolta de corações na beirinha da folha do caderno. Os cabelos insistentemente lisos, as meias coloridas, as saias curtas e as pernas grossas. E a vontade de que fossem finas, como as de modelo.
O dia em que ele lhe disse que era bonita. Ah, o menino da bicicleta. Tão admirável quando tinha os cabelos à mostra, reluzindo ao sol. A sineta do colégio despertando às 7:10 h. As turmas de todas as séries enfileiradas no pátio para a oração do dia. Hino nacional. Odiava ser escolhida para hastear a bandeira. E a vez em que descobriu um cd de Chico Buarque na estante do pai? Foi lindo. Foram dias lindos de música linda, até enjoar. O horário de assistir o desenho animado do Doug na televisão. Os anos que se passavam, sem nenhuma pressa.
A compulsão por comprar sorvete de graviola na volta do cursinho de inglês. O dia em que o melhor primo declarou ser gay. O mesmo dia em que o abraçou e o amou ainda mais por isto. Sua mãe lhe beijando a testa antes de sair de casa - " Vá, mas volte antes da meia-noite." - A festa em que perdeu o sapato, um pouco de dinheiro e um tanto de pudor. A primeira vez em que decidiu contar a pior das piores verdades para os pais. A vez em que foi perdoada só por contar a verdade. As discussões rotineiras com as primas mais nova. A mulher brava da diretoria mandando assinar a ficha de suspensão. O quanto os professores a amavam, mesmo assim. E o quanto ela os amava, também. O quanto era capaz de amar a todos, de um jeito que só menina boba sabe. Com todo coração.
Como pudera esquecer-se disto tudo? Era moça atarefada agora, talvez fosse isto. Era moça, ainda que fosse meio boba. Mas não era mais a mesma, suspirou. Ou ainda era? Será que sempre seria? Surgiu então a esperança. Apertou o passo até em casa. Jogou a sacola da farmácia em qualquer canto da sala. Espalhou as roupas da mala toda pelo chão. - Achei!- Gritou em um surto de entusiasmo. Sentou-se encurvada, debruçando-se sobre si mesma até alcançar a ponta do dedão. Vermelho, outra vez.
Não se interessava muito em pintar as mãos, porque estas não lhe eram tão tentadoras quanto os dedos miúdos e grossinhos dos pés, tão gostosinhos de mexer... pintava-os, como se este fosse o maior ato de amor que alguém pode conceder a si próprio.
Depois, morria de vergonha antes de tirar a meia em frente ao namoradinho do colégio. Não gostava que ninguém visse aquele esmalte vermelho - é, aquele que fora roubado da gaveta da mãe - colorindo suas besteiras de menina. Sentiria-se um tanto boba se alguém descobrisse.
Ah, quanta bobagem! Lembrava, distraída. Sendo interrompida no mesmo instante por um alguém no final da calçada que lhe gritava "Moça!" e ela, para a sua própria surpresa, atendia. Estava de vestido como gostava de estar, mas desta vez não estava a girar e nem a suspender suas anáguas. Era moça e por isto o vestido era mais simples, tão simples que cabia ir com ele à farmácia de chinelos.
O esmalte era claro, desses sem cor, só pra fortalecer unha quebrada e para disfarçar os descuidos mesmo. Levou um susto quando, ao olhar para as unhas matizadas com cor-de-nada, lembrou dos pés pintados de vermelho. - Que informação mais inútil para o cérebro me trazer à tona! Mas, pensando bem, como pude ter me esquecido disto? - Estava indignada consigo mesma, embora achasse graça e estivesse feliz por lembrar. Remexeu um pouco mais lá do fundo e encontrou muitas mais histórias boas, trechos de conversas entre o grupinho de amigos, dias na praia, noites escrevendo poesias no diário ... dos sonhos! Lembrou dos sonhos. E até mesmo do dia em que a melhor amiga lhe pediu um beijo - Mas tem que ser na boca, pra ver como é que beija de língua. - Dos copos e mais copos de açaí no sol quente de Janeiro. E um biquíni que tinha? Todo listradinho, o seu preferido. E a flor. As cartinhas que recebia. Os bilhetinhos que enviou na festa junina, os bilhetinhos em anonimato que maldosamente enviava à mais querida amiga, fingindo ser um admirador. E os nomes rabiscados envolta de corações na beirinha da folha do caderno. Os cabelos insistentemente lisos, as meias coloridas, as saias curtas e as pernas grossas. E a vontade de que fossem finas, como as de modelo.
O dia em que ele lhe disse que era bonita. Ah, o menino da bicicleta. Tão admirável quando tinha os cabelos à mostra, reluzindo ao sol. A sineta do colégio despertando às 7:10 h. As turmas de todas as séries enfileiradas no pátio para a oração do dia. Hino nacional. Odiava ser escolhida para hastear a bandeira. E a vez em que descobriu um cd de Chico Buarque na estante do pai? Foi lindo. Foram dias lindos de música linda, até enjoar. O horário de assistir o desenho animado do Doug na televisão. Os anos que se passavam, sem nenhuma pressa.
A compulsão por comprar sorvete de graviola na volta do cursinho de inglês. O dia em que o melhor primo declarou ser gay. O mesmo dia em que o abraçou e o amou ainda mais por isto. Sua mãe lhe beijando a testa antes de sair de casa - " Vá, mas volte antes da meia-noite." - A festa em que perdeu o sapato, um pouco de dinheiro e um tanto de pudor. A primeira vez em que decidiu contar a pior das piores verdades para os pais. A vez em que foi perdoada só por contar a verdade. As discussões rotineiras com as primas mais nova. A mulher brava da diretoria mandando assinar a ficha de suspensão. O quanto os professores a amavam, mesmo assim. E o quanto ela os amava, também. O quanto era capaz de amar a todos, de um jeito que só menina boba sabe. Com todo coração.
Como pudera esquecer-se disto tudo? Era moça atarefada agora, talvez fosse isto. Era moça, ainda que fosse meio boba. Mas não era mais a mesma, suspirou. Ou ainda era? Será que sempre seria? Surgiu então a esperança. Apertou o passo até em casa. Jogou a sacola da farmácia em qualquer canto da sala. Espalhou as roupas da mala toda pelo chão. - Achei!- Gritou em um surto de entusiasmo. Sentou-se encurvada, debruçando-se sobre si mesma até alcançar a ponta do dedão. Vermelho, outra vez.
1 de dez. de 2010
Seja bem vindo Dezeeembro :D
"Mas o que mais quero, é que entenda a minha mensagem. Quando falo que mesmo sem conhecer você, e mesmo que talvez jamais conheça você, ria com você, chore com você (...) eu amo você. De todo o coração... Eu amo você"
Chaplin
Chaplin


