21 de set. de 2009
E ser feliz daqui pra frente ...
Meu final de semana foi perfeito! Eu não gosto de pagode, mas pagodiei até não sentir meus dedos do pé. Eu não gosto de funk, mas fui até o chão até ficar exausta. Mesmo sem saber dançar, entrei no clima do forró e me diverti MUITO! Queria mais sábados e domingos assim, mesmo que o resultado seja essa gripe que está me derrubando!
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. Eu queria mesmo poder sentar aqui e falar um monte sobre a minha vida ultimamente, queria mesmo. Queria dizer que eu não tô entendendo meu coração ( ou seria o cérebro?!). Eu não sei responder se fiz a coisa certa ou se vou me arrepender, mas hoje eu estou me sentindo tão leve, tão em paz . Me abri pra novas amizades, esqueci qualquer rancor que poderia estar guardado e pretendo dar uma nova chance pra qualquer pessoa, seja ela quem for, seja lá o que tenha me feito. Alguns poderão chamar de falsidade, estranharão, mas eu sei que quanto mais eu guardo esse sentimentos, mais atraio negatividade para mim mesma. Acredito que cada pessoa deveria parar e refletir por que diabos guarda tanta coisa ruim dentro de si... a vida segue adiante, as pessoas mudam, se renovam e hoje eu quero estar de bem com o mundo. Eu queria provar pra meio mundo que eu sou tão diferente do que eles pensam, que eu sou mais do que esperam, que as aparências enganam ... Sei lá, to estranha hahaha! To com uma ansiedade, mas sem motivo.
Ê vidinha.
20 de set. de 2009
Será que é muito pecado?
E ficavam me perguntando porque eu estava com você. E você ficava no meio delas me perguntando qual intenção eu tinha, o que eu queria,e o que viria depois. E eu me pergunto: é mesmo obrigatório isto de saber qual intenção se tem, meu Deus? E o que acontece depois então?
Se eu soubesse, ah, meus queridos, eu já estaria a muitas léguas daqui andando com uma mochilinha e só alguns pertences em uma estrada qualquer para o meu destino. Mas não, não há como saber o que vem depois, há? Eu não vejo como. E sabe, às vezes sinto que tenho uma capacidade a menos que todas estas pessoas do mundo. Estas pessoas que andam cheias de si, que sempre sabem o que querem, e que parecem conhecer muito sobre tudo. E eu aqui só querendo saber um pouquinho mais sobre mim. Isto não são tão mesquinho?
Eu me conheço sim, mas ainda me faltam algumas respostas. E eu sei que estão aqui dentro, eu sei,só falta descobrir onde estão, oras! Isto é, se um dia eu descobrir tais respostas. Às vezes penso que só quando eu morrer mesmo vou acabar sabendo, isto é, se eu acabar sabendo quando morrer, talvez nem isto. Mas eu me conheço mesmo assim e o que importa é que estou viva. E tá, é meio verdade também que tem segredos que eu tento esconder até de mim, mas eu acabo descobrindo. Descubro sim ... quer ver só como não adianta esconder?
Pois estou eu atravessando a rua e pronto, tropeço numa pedrinha e os malditos segredos que guardei são arremessados sem permissão de dentro da caixinha em que os coloquei para fora. E não adianta tentar trancá-los, já aprendi isto. Tem vezes até que eles permanecem muito quietos sem me incomodar, mas quando querem vir, eles vem, e fim. Quem disse que eles se importam em magoar ou não? Nem estão aí. BOOM! E vem à tona.
Um dia destes em que me aconteceu de tropeçar em uma pedrinha, tive a impressão de que os meus segredos se derramaram de tal forma que as pessoas da rua puderam vê-los por alguns instantes. E ficaram ali espatifados na calçada. Tentei guardar, tentei ir catando um por um, mas tive a certeza de que os meus segredos podiam ser vistos mesmo do lado de fora, ainda que eu os guardasse. Fiquei me perguntando se o lado de dentro não devia estar tão cheio a ponto de transbordar. Sim, estava. Então me senti nua, como se todas aquelas pessoas da rua soubessem das marcas brancas de biquíni da minha bunda, como se soubessem de todas as pintas que carrego nas costas, e também daquela cicatriz que personalizei na altura do cox quando caí brincando de pega de bicicleta lá do alto da ladeira.Era como se todos soubessem, e me olhassem com aquela cara de quem sabe. E ficavam me perguntando porque eu estava com você, e você ficava no meio delas me perguntando qual intenção eu tinha, o que eu queria, e o que viria depois. E eu só queria dizer pra todos eles que eu nem tinha chorado no dia que eu caí e desenhei sem querer aquela cicatriz com o ferrolho dos pneus na altura do meu cox. Eu não chorei meus senhores, eu juro.
Eu também quis dizer pra eles que eu ficava com medo de ficar em casa só, e que tinha colado naquela prova de sociologia do final do bimestre passado,e que volta e meia eu me esquecia de tomar 2 litros de água por dia, e queria perguntar se era só eu. Se era só eu que tinha medo, se era só eu que não sabia, e se todo mundo tinha cheiro de suor como eu. E se todo mundo sempre sabe pra onde vai, e se todo mundo sempre sabe aonde as coisas vão dar ... Se o fato de eu não saber era muito pecado.O que eu sei é que você sabe do meu medo de ficar em casa só. Você, eu sei que sabe das pintas das minhas costas, das marcas de biquinis e até do desenho que eu personalizei na altura do cox quando caí de bicicleta, você, eu sei que gosta, apesar de saber. Talvez por isto que eu estive com você. Nem tudo tem resposta.Talvez seja por este motivo que as pessoas daquela rua acreditem em milagres, e talvez até eu acredite também. Milagres servem para o que não tem resposta, talvez por isto eu estive com você, ou talvez nem tenha um motivo... Porque eu pensei, pensei e nada. É muito pecado?
Seria tão mais fácil, sabe? Se a gente pudesse fugir para Roma amanhã e deixar o mundo pra lá, se eu largasse esses medos, largasse essa vida, se eu largasse tudo e te desse a mão para ir a algum canto. Mas a gente não vai. Não, nem adianta insistir. Fora dos grandes romances literários fugir é uma atitude bem covarde.E nem dá tão certo assim, sabia? A verdade é que a cicatriz que eu desenhei na altura do cox vai continuar existindo aqui, em Roma, em Paris, Chicago, ao seu lado ou não. Nem tudo tem resolução.E a vida vai continuar a latejar apesar das nossas feridas, e é assim que se faz bater meu coração e o seu, e é assim continuamos vivos e não morremos. Acho que a resposta é só essa. E o resto ninguém sabe, ou todo mundo sabe e eu não sei.
19 de set. de 2009
[...]Tenho mania de tentar mudar as coisas erradas em mim. Implico com meu hábito de falar tudo que me vem à cabeça, detesto não conseguir segurar o choro ou as gargalhadas e simplesmente abomino a idéia de sentir ciúmes, mesmo sem demonstrá-los. O fato de não demonstrar não quer dizer que eu não sinta. Muitas vezes antes de dormir fecho os olhos e peço insistentemente para deixar de viver tudo de forma tão exagerada. Peço para sentir menos, sofrer menos. Adivinha? Em vão. Pedir pra mudar a intensidade de como as coisas chegam até mim e de como as recebo não muda nadica de nada aqui dentro. Ao contrário, acho que acabar tornando tudo maior ainda. Não entendo porque não me canso de pedir.Só eu sei o quanto eu gostaria de ouvir alguém pedindo opinião e não dar logo meu pitaco, ou apenas guardar tudo pra mim; em pensamentos. Mas não, sempre tem que faltar as papas na língua; sempre tenho que falar tudo. Queria ver alguma situação ridícula sem me indignar e soltar meu discurso. Queria não me revoltar com o mundo, com a vulgarização do amor, com a mediocridade das pessoas, com o tamanho dos corações e com o vazio das almas. Queria não me empolgar tanto quando vejo ou faço algo que me deixa feliz, animada, sonhar menos. Queria controlar o meu jeito de gargalhar compulsivamente quando alguém faz gracinha em lugares onde a gente pode (quase) tudo menos rir. Certamente eu iria evitar uma série de constrangimentos e confusões.Lágrimas, pontapés, decepções.Se eu pudesse mudar algo em mim, pediria que a minha versão revista e ampliada viesse com um coração menos mole, dramático, tolo. Uma garota que acreditasse menos no amor e na sinceridade das pessoas. Queria que as lágrimas não escorressem pelo meu rosto quando penso em alguém especial, queria não me sentir como se estivesse morrendo por dentro quando sei que mesmo sem querer eu o amo. Queria não me machucar com tanta facilidade e também nunca magoar as pessoas que são especiais para mim, por mais que eu tenha consciência de que não sou nada perfeita.Mas se eu tivesse apenas um pedido a fazer, gostaria de ser mais segura. Queria não sentir ciúme ou medo de ficar longe de quem eu amo. Queria não me perder em pensamentos sobre o que será de nós, ou o que não será. Já perdi as contas de quantas vezes li por aí que devemos deixar quem amamos em liberdade. Se realmente é para ser nosso, vai voltar, nunca foi ou deixará de ser. Mas eu deixo em liberdade, mas uma liberdade tão presa dentro de mim e livre fora de mim. Dá pra me entender?Tudo bem, eu sei que não.É complicado demais sentir mais do que se pode entender. Dizem que é um peso muito grande para uma pessoa ser a razão de viver de outra e que nunca, sob hipótese alguma, devemos delegar essa carga a alguém. Entretanto, como também tenho a mania de não acreditar em tudo que eu leio ou escuto, penso um pouco diferente. Sinto diferente.Sinto demais.Para mim soa comodista o discurso de que haja o que houver tudo vai permanecer igual. Acredito que as coisas podem ficar da melhor maneira desde que eu faça a minha parte e que do outro lado isso também se cumpra.Um pouco me assusta a idéia de ser a maior motivação da vida de uma pessoa, acho que já sofri tanto que agora, a maior motivação sou eu mesma. Cansei de delegar aos outros o meu viver, ninguém mais do que eu mesma merece esse lugar. É, egoísmo sim. Mas faz bem, afinal, dá pra ser bozinho num mundo assim, cheio de gente vazia onde quem você menos espera, deseja sua cabeça na guilhotina e suas vísceras para o jantar? Tudo bem dividir as coisas com os outros e gostar muito de alguém, é saudável com todo o coração.É uma necessidade,um sentimento recíproco, chama-se amor.Mas deve ser apreciado com moderação, porque quando é demais machuca e não há remédio que cure assim rapidamente.Se não fosse pedir demais, também adoraria perder a minha péssima mania de não conseguir conter as lágrimas sempre que você olha fundo nos meus olhos e diz que está com saudades, sempre que me chama de linda e diz que eu não existo. Queria conseguir dizer que eu sinto o mesmo sem antes ter que pedir um minutinho e sem ter o medo da incerteza de não saber como teu coração vai reagir, sem temer o amanhã, sem temer não ter você. Mas o sentimento que habita aqui, é ingênuo,paciente e acima de tudo incondicional. E quer saber? Eu queria sim, mudar tudo isso em mim. Mas eu sou assim, fazer o que? Mudar adianta? Ou será que vale a pena continuar assim, imperfeita e feliz?[...]
13 de set. de 2009
Surpresaaa :)
Blog de cara nova né.. sim meu amor disse que fica vendo tudo vermelhinho por aí depois que ler o meu blog não quero que ele fique seguinho por conta disso... caso você não gosto meu xao xao me avise que mudarei novamente... enfim tenho que agradar os meus leitores ne rsrs,afinal ele não é um leitor qualquer e sim o meu xao xao.. meu tudão.. meu mozao.. aiai como eu vou sentir falta disso amor.
Bom mudando de assunto...
Parei pra reler os posts " antigos ". Um não tão antigo assim me chamou a atenção: Agradecimentos de fim de ano. Não é estranho como os dias vão modificando cada pedacinho do nosso ser? Em apenas um semestre eu já não sou quem eu era, e provavelmente não seria mais o que tenho sido daqui mais seis meses. Confuso? Confuso é tudo isso, pessoas passageiras, sentimentos passageiros... tudo nessa vida é realmente inconstante? O que estava ali ontem, pode não estar amanhã? Queria encontrar as coisas nos seus devidos lugares vem enquando. Tenho mudado tanto, pensado tanto e sentido tanto, que já não sei mais. Não sei se é amor, amizade, não sei o que quero ou deixo de querer. Não sei se estou triste ou só cansada. Não saber é complicado minha gente... Eu tenho me estranhado, tenho sentido coisas que não sei descrever, e me falta alguém pra escutar todas essas ladainhas. Alguém que entenda cada palavra, que não me aponte um dedo julgador, uma pessoa que não sofrerá com nenhuma citação, alguem que eu não sei, não encontrei ainda. To sufocada, sem paciência, distante e com uma sede de vida agoniante.
Aiaiai
Vou ficar um pouco " fora do ar " acabou a minha vida social,mais quando sobrar um tempo passarei por aqui para postar minhas ideias mirabolantes; outra coisa também, muito estranho aumento de visitas nesse blog, mais de 40 em menos de 24 horas. Apaguei algumas coisas, tirei algumas fotos de amigos ( 17 posts ao todo ) ... e sabe por quê? Eu não quero me esconder atrás de uma senha, eu gosto de escrever mesmo pra que todo mundo possa ler, e esse blog era visitado só pelos meus amigos mesmo, não passava de 10 visitas por dia, mas hoje eu percebi que pessoas com caratér duvido estão tentando me prejudicar com isso. Acredito e defendo o direito de liberdade de expressão, mas algumas pessoas não gostam de críticas negativas, não aceitam opiniões diferentes, fazer o quê?Eu não vou deletar o blog. Mas vocês perderam a chance de continuar fofocando sobre a minha vida.Filtrarei melhor o que será postado aqui e as verdades agora serão ditas verbalmente apenas para quem me interessa... Bye !
Saudades do meu xao xao, o que será da gente agora em diante,não sei se conseguirei sobreviver sem você por muito tempo.
11 de set. de 2009
Caminhando e cantando.. e por aii fuii
Dia lindo aqui. Aí, resolvi sair caminhar, logo de manhãzinha. E lá estava eu, caminhando e cantando - "heres come the sun, tchurururuuu..."- e seguindo a canção, não necessariamente nessa ordem, quando observei um adesivo, desses que se colocam em carros, que dizia : "Deus criou a vida. Cuide bem da sua."
Simples assim.
Perfeito.
Merece minha consideração e postagem aqui, já que decidi que d'agora em diante é o que vou andar espalhando por aí .... quem sabe as pessoas que se preocupam tanto com a vida dos outros não mudem de ideia, não é mesmo?!?!?
10 de set. de 2009
Queridissimo Professor,
Confesso que eu estava com um tremendo preconceito de ver este filme além da falta de paciência para assistir um filme todo em francês, sem direito à legenda, tradução por áudio, nadica de nada. O filme infelizmente não dá pra selecionar os idiomas, e isso era um bom motivo pra te convencer a ter pena de mim e deixar pra lá. Mas não, santo Deus, que professor chato! Deviam proibir os professores de ligarem para as alunas no meio de uma tarde de preguiça, sabia? Não vou ao curso pensando que me livrarei de você, mas não adianta, tu és insistente como uma goma de chiclete grudada no meu sapato. Tá, tá, tá. Desliguei a budega do telefone resmungando e me rendendo, fui andando em passos de lesma para locadora alugar um filme velho. Um filme velho e sem tradução, que maravilha. Era tudo o que meu "ânimo" pedia... E não é que você acabou acertando em cheio mesmo chatice aguda? Eu bem que gostei do filme, e até chorei no final. Agora eu iria só postar uma frase de Pablo Neruda aqui. É que depois de ver o filme fui fuçar mais informações sobre ele e gostei do autor, mas como eu sei que você iria rir muito quando lesse e me ligar correndo para se gabar da sua "sabedoria" e rir da minha cara, eu resolvi justificar antes de postar qualquer texto. Olha, para aumentar ainda mais o seu ego querido professor, posso ainda confessar que valeu a pena ficar traduzindo as palavras, forçando um pouquinho mais o ouvido e a paciência para entender. Eram palavras bonitas e talvez por isto foram mais fáceis e prazerosas de compreender. É, devo admitir que você acerta de vez em quando. Mas só às vezes.
I love my teacher wanted, ops.... Brincadeirinha ... J'aime mon professeur voulait !

